quarta-feira, abril 20, 2011





terça-feira, abril 19, 2011

Estudo de Sweep Picking.



A técnica de sweep picking, também conhecida como aproveitamento de palheta, requer uma boa coordenação entre as mãos direita e esquerda. Deve-se sempre observar para que a palheta não volte quando for usada no mesmo sentido, ou seja, utiliza-se como que em uma base, coordenando com os dedos da mão esquerda para que assim, as notas saiam limpas. Procure treinar de maneira lenta, aumentando aos poucos a velocidade, para que assim tenha-se um som limpo. O mais importante não é a velocidade, mas sim a limpeza das notas. Bom estudo!!!


(para uma visualização maior dê enter sobre a tablatura).

The technique of sweep picking, also known as use of straw, requires goodcoordination between the left and right hands. You should always look for the pick does not come back when it is used in the same direction, ie it is used as a basis on which, coordinating with the fingers of his left hand so that the notes come out clean. Look train, slowly, gradually increasing speed, so that has to be a clean sound. The most important thing is not speed, but the cleanliness of the notes. Good study!



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segunda-feira, abril 18, 2011

ACORDES- FORMAÇÃO
















Acordes são um conjunto de no mínimo três notas tocadas de maneira simultânea ou de forma dedilhada. Estas notas são chamadas de TÔNICA, TERÇA e QUINTA e serão de primordial importância em todo o conhecimento musical.


TÔNICA


Recebe esse nome a nota fundamental de um acorde, a nota mais importante, que vai dar o nome ao mesmo. Por exemplo: o acorde de LA terá a nota la como tônica, o acorde de MI terá a nota mi como sua tônica; a partir da tônica é que poderemos formar um acorde ou escala para uma composição.


TERÇA


A terça de um acorde será a nota responsável por caracterizá-lo como maior ou menor, isto é, se o acorde possuir uma terça maior ele será maior; se possuir uma terça menor este será menor. Para indicarmos uma terça maior basta chamar esta de terça, para uma terça menor chamamos de terça menor.


QUINTA


A quinta ou quinto grau não mudará sendo o acorde ou escala maior ou menor.


FORMANDO UM ACORDE


Dispondo as notas em seqüência poderemos separá-las em graus, a partir disso caracterizá-las.


I II III IV V VI VII VIII - GRAUS


A B C D E F G A - NOTAS


1 TOM ½ TOM 1 TOM 1 TOM ½ TOM 1 TOM 1 TOM - DIFERENÇA EM TONS


A nota tônica será a escolhida que dá nome ao acorde, vamos exemplificar formando o acorde de la. Assim nossa tônica será A, precisaremos agora achar terça e quinta.


Sendo o acorde A maior necessitamos de uma terça maior, como achá-la ? lembrando que a tônica será nosso primeiro grau a terça ficará como terceiro grau, porém, é preciso saber que toda a terça maior possúi 2 tons de diferença para a nota tônica. Assim devemos saber: A ( 1 tom ) B ( ½ tom ) C ( ½ tom ) C#, fechando 2 tons aqui teremos C#, então esta nota é a terça ( maior ) de A .


A quinta deverá estar no quinto grau da tônica, chamada de quinta justa .


I II III IV V


A B C D E E será , portanto a quinta de A


Assim, teremos como notas que formam o acorde de A:


TÔNICA - A TERÇA - C# QUINTA - E


tente formar outros acordes maiores a partir dessa teoria.


Para os acordes menores apenas mudaremos a terça para terça menor.


A terça menor fica a 1 tom ½ da tônica.


A ( 1 TOM ) B ( ½ TOM ) C


então, C é a terça menor de A


ACORDE DE Am ( usamos m para representar menor


Am ( tônica - A , terça menor - C, quinta - E )


OBS: a diferença de um acorde maior para um menor está em sua terça.


ACORDES GRAUS


I III V


DÓ DÓ MI SOL


RÉ RÉ FÁ LÁ


MI MI SOL SI


FÁ FÁ LÁ DÓ


SOL SOL SI RÉ


LÁ LÁ DÓ MI


SI SI RÉ FÁ


P.S: É importante lembrar que a terça não corresponde necessariamente ao terceiro grau, pois este pode estar ao lado ( bemol ) ou ( sustenido ). Dependendo se vai ser uma terça maior ( 2 tons da tônica ) ou terça menor ( 1tom ½ da tônica ).


FORMAÇÃO BÁSICA DOS ACORDES


Nesse tópico não colocarei gráficos para que o aluno exercite montando acordes em seu instrumento, com os conhecimentos anteriores isso torna-se perfeitamente possível.


TRÍADES


Uma tríade é formada pela superposição de duas terças, formando um acorde de três sons: uma nota fundamental ( tônica ) I grau, uma terça, III grau; e uma quinta, V grau.


As tríades podem ser de quatro tipos básicos:


Maior: I - III - V GRAUS


Menor: I - IIIb - V


Aumentada: I - III - 5#


Diminuta: I - IIIb - 5b



TÉTRADES


Uma tétrade é um acorde de quatro sons, uma tônica, terça, quinta e sétima ( VII grau ).


Sétima maior: I - III - V - VII


Menor com sétima : I - IIIb - V - 7b ( b - entende-se como menor )


Dominante: I - III - V - VIIb


Diminuta: I - IIIb - Vb - 7bb


Menor com sétima maior: I - IIIb - V - VII


Meia-diminuta: I - IIIb - Vb - 7b


Sétima maior e quinta aumentada: I - III - V# - 7


Aumentada ( + ) meio tom acima.



ACORDES COM SEXTA


Acorde onde uma sexta maior é adicionada à tríade( maior ou menor ).



ACORDE SUSPENSO


Acorde onde a terça é substituida pela quarta justa , ver assunto: intervalos


ACORDE COM NOTAS DE TENSÃO


Acorde onde a tríade ou tétrade vêm acrescidas de nona, décima primeira ou décima terceira.


Chords are a set of at least three notes played simultaneously or in a fingered. These notes are called Tonic, Tuesday and Thursday and will be of paramount importance in any musical knowledge.


TONIC


Called that the fundamental note of a chord, the note most importantly, it will give the same name. For example, the chord of LA will note it as a tonic, the chord of the note will IM me as their keynote, from the issue here is that we could form a chord or scale to a composition.


TUESDAY


One-third of a chord will be responsible for the note described him as more or less, that is, if the chord has a major third it will be larger if this has a minor third will be less. To indicate a major third simply call this Tuesday to a minor third minor third call.


THURSDAY


The fifth or fifth grade will not change the chord or scale is larger or smaller.



FORMING A CHORD


Featuring the notes in sequence can separate them in degrees, from that characterize them.


I II III IV V VI VII VIII - DEGREES


A B C D E F G A - NOTES


TOM TOM 1 ½ 1 ½ TOM TOM TOM 1 1 1 TOM TOM - DIFFERENCE IN TONE



The keynote will be chosen that names the chord, we have listed the chord of forming it.So our tonic is A, we must now find Tuesday and Thursday.

Being the largest chord need a major third, how to find it? remembering that the keynote will be our first to third grade will remain as the third grade, however, we must know that all the major third has 2 shades of difference to the keynote. So we should know: A (a tone) B (½ pitch) C (½ pitch) C #, here we have closed two tones C #, so this note is the major (third) of A.

The fifth will be in the fifth degree of the tonic, called the fifth.


I II III IV V


A B C D E will therefore be the fifth in the


Thus, we as notes forming the chord of A:


Tonic - A TUESDAY - THURSDAY # C - E


try to make other major chords from that theory.



For minor chords will change only for the third minor third.

A minor third is 1 ½ the tonic tone.


A (1 TOM) B (½ TOM) C


then C is the minor of A


WAKE OF Am (we use m to represent less)


Am (tone - A minor third, C - fifth - E)


Note: the difference in a major chord to a minor is in its third

Slides - Técnica para estudo.

Os dois licks estão em Dm, gosto muito de usar slides para tirar um som peculiar,isto é, um efeito diferente da nota palhetada, porém, o slide deve ser executado com muita atenção, as notas de saída devem ser palhetadas e deve-se manter uma boa pegada no deslize sobre a corda,principalmente quando assamos o dedo em cima do traste. A nota não deve perder seu ênfase ou soar fraca. Bom estudo e queimem os dedos!!!

The two licks are in Dm, I like to use slides to make a peculiar sound, ie a different effect picking the note, however, the slide should be undertaken with great care, thedelivery orders must be picking up and should maintain a good grip on the slide on the rope, especially when roasted your finger over the fret. The note should not lose herfocus or sound weak. Good study and burn your fingers!

Tablatura - Hino Nacional , Brasil.







(para uma visualização maior dê enter sobre a tablatura).

domingo, abril 17, 2011

Hammer-on - técnica de ligados.



---O hammer, ou ligado, é uma das técnicas que mais auxilia quanto a capacidade dos dedos da mão esquerda em termos de se adquirir velocidade e precisão nas notas. O treinamento dessa técnica aperfeiçoa e muito a mão esquerda para a precisão naqueles solos voadores e virtuosos, por isso, treinem e treinem os ligados pessoal!!!

---Exercício 1: O exercício 1 é digitado na escala de C maior, é importante observar os dedos 3 e 4. Procure não levantar muito os dedos,assim deixando-os sempre perto das casas, lembre-se,sempre que existe um hammer descendente,isto é, do agudo para o grave , devemos dar aquele puxãozinho estilo Dave Murray na corda,cuidando para que esta não soe demais,porém,assim a nota fica sempre forte e com uma boa pegada.

---Exercício 2: O exercício 2 está elaborado na escala cromática,escala essa que acho fundamental o domínio de todos os guitarrista,pois ela nos facilita em questão quanto a uma boa performance nos dedos da mão esquerda. Palhete sempre a primera nota de cada corda e ligue as outras ,sempre com os dedos baixos,não esqueça!!!

---Exercício 3: Essa digitação fica boa em solos para soar como correria, tipo Impelliteri,Gilbert, entre outros, subindo e descendo use a palheta na primeira nota sempre , observe o movimento de puxada das cordas para que soe sempre com uma boa pegada.

---Exercício 4: Este é um arpejo que gosto muito de explorar em minas composições, no hammer sempre procure deixar a pegada forte, abafe suavemente utilizando um palm.

---Exercício 5: Essa frase de Malmsteen mistura bem o hammer com a palhetada alternada, procure abafar suavemente para atingir um timbre perfeito nas notas.

---Exercício 6: Parte da mesma música anterior, onde Malmsteen usa o hammer de 3 em 3 notas, jogue a mão lateralmente nas notas ligadas, essa frase é muito boa para um bom treino de hammer.

Valeu e bom estudo pessoal!!! (para uma visualização maior dê enter sobre a tablatura).

-- The hammer, or linked, is a technique that helps more for the ability of the fingers ofhis left hand in terms of acquiring speed and accuracy in the notes. The training of thistechnique improves and the very left hand for precision flying and righteous in thosesoils, so the train and train related staff!

--- Exercise 1: Exercise 1 is entered in the C major scale, it is important to note thefingers 3 and 4. Try not to lift too much finger, thus leaving them always close to home,remember, whenever there is a hammer down, that is, from acute to grave, we must givethat little pull on the rope style Dave Murray, ensuring that this does not sound toothough, so the note is always strong and a good catch.


--- Exercise 2: Exercise 2 is produced in the chromatic scale, this scale that I think thefundamental domain of every guitarist, because it makes us concerned about goodperformance on the fingers of his left hand. Palhete always primera note on each stringand turn the other, always with their fingers down, do not forget!

--- Exercise 3: This is good at typing solos to sound like running, type Impelliteri, Gilbert,among others, up and down use the pick on the first note always, observe the motion ofpulling the strings to sound always a good footprint.

--- Exercise 4: This is an arpeggio that I love to explore mines in compositions, thehammer always try to leave the strong footprint, gently using a palm mutes.

--- Exercise 5: This sentence of the hammer Malmsteen blend well with the alternate picking, try to drown out gently to achieve a perfect pitch in the notes.

--- Exercise 6: Part of the same song earlier where Malmsteen uses the hammer 3 on 3notes, play the hand laterally linked in the notes, this phrase is very good for a goodworkout hammer.

Thanks and good personal study! (to view a larger hit enter on the tablature).

sábado, abril 16, 2011

Bends - Técnica de solos para Guitarra


O que é um bend? Se você não sabe, com certeza já ouviu falar. Bend é uma técnica no qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar em outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda. Você pode tocar bends de ¼, ½, 1, 1 ½, 2 tons, o quando você e principalmente suas cordas agüentarem. Essa técnica é muito usada na guitarra moderna, pois dá ao guitarrista um caminho adicional para expressar suas idéias. Sem a habilidade para conseguir essa textura mais ligada do bend, nosso instrumento passa a reagir de forma mais estática, como se fosse um piano. Por isso existe no meio da guitarra, a expressão solo "pianístico", ou seja o guitarrista tocou o solo sem tocar uma técnica que diferencie instrumentos de corda com os de tecla, ele só tocou as notas sem utilizar bend, tapping, hammer-on, pull-offs, alavancadas, etc.

Para um bom bend, é necessário três coisas: limpeza, afinação e segurança. Afinação para que a nota que você chegara utilizando o bend afine com o acorde tocado na harmonia. Os grandes mestres dessa técnica são conhecidos por sua afinação precisa independente de velocidade ou região do braço da guitarra, mas isso leva um pouco de tempo para seu ouvido começar a perceber quando está desafinado e quando não. Limpeza para que você não toque outras cordas ao tocar um bend, isso faz com que a nota desejada fique sem definição. Segurança, pode se dizer que afinação e limpeza estão diretamente ligados à segurança que você tem ao dar um bend. Um bend tímido geralmente desafina e sai meio sujo, então, agarre as cordas e levante com toda certeza do mundo. Em sua execução são importantes alguns conceitos básicos. Primeiro, para executar um bend, é necessário colocarmos o polegar em cima do braço, nos ajudando a fazer uma alavanca para levantar a corda. Dependendo do dedo com que você fará o bend sua forma de fazê-lo será diferente. Sempre costumamos "ajudar" o dedo que está levantando a nota com os demais atrás, por exemplo, se estamos levantando a corda com o dedo três, devemos colocar o dedo dois e o dedo um, cada um em uma casa anterior a casa onde foi executado o bend. Com o dedo quatro, atrás teremos dedo três, dois e 1. Com o dois, o dedo um. É comum também deixar o dedo 1 levantado verticalmente as cordas, isso ajuda na limpeza, abafando as cordas indesejadas ou então se você tiver uma "mãozona", pode abafar as cordas com o polegar por cima do braço, ou abafar com a mão direita o que lhe dá mais liberdade com a mão esquerda. Para fazer um bend com o dedo um, é necessário abusar ainda mais do polegar em cima do braço do instrumento, porque ele vai dar o apoio necessário para você executar o bend.

Principais tipos de Bend:

Bend - O bend simples consiste em levantar ou abaixar a corda partindo de uma nota para atingir o som de outra. Bend - Release - É o tipo de bend no qual após a chegada na nota desejada você volta à nota de origem. Pré-Bend - Também conhecido como Reverse Bend, consiste em puxar a corda e só depois palhetar, dando a impressão de um bend ao contrário, como se ele fosse do agudo para o grave. É importante o domínio dos bends básicos para utilizarmos o Pré-Bend, porque você antes de tocar já tem que saber o quanto vai levantar. Bend em Uníssono - Esse é um tipo de bend muito usado. Consiste em dar o bend junto com outra nota em uma corda diferente e afinar o bend de acordo com a nota mais aguda, até chegar na igualdade dos sons, uníssono. Bend Duplo - O bend duplo dá uma temperada em qualquer solo, fazendo com que o mesmo fique com uma pegada "animal". Consiste em esticar duas cordas ao mesmo tempo. Bom estudo aí pessoal.

Arpejos



Arpejo é a execução das notas de um acorde de forma melódica, ou seja; as notas são tocadas em seqüência e não ao mesmo tempo como em um acorde ao se tocar uma base. Os arpejos possibilitam ao guitarrista tocar mudanças e partes com uma velocidade considerável, além de boa abertura melódica. Para essa técnica é importante que se estude bem o sweep, pois ele possibilita uma execução perfeita do arpejo colocando uma sonoridade melódica bem interessante. Estude em diversas regiões do braço, em variadas escalas, depois misture arpejos a frases, isso tornará seis solos bastante virtuosos e instigantes, essa técnica é peculiar em guitarristas virtuosos, como Malmsteen, Steve Vai, Paul Gilbert, Petrucci, entre outros.

ARPEJO I: O que torna o arpejo tão interessante são suas muitas formas de aplicação. Eu gosto muito de utilizar arpejos em minhas composições. Podem ser formados de forma tríade ( T, 3ª, 5ª), tétrade ( T, 3ª, 5ª, 7ª) existem ainda os arpejos diminutos, arpejos menores com sétima maior, arpejos maiores com sétima menor, estes possuem um som muito interessante. Vamos exercitar alguns arpejos.

ARPEJO II: Típico exercício de sweep, está no campo harmônico de D Maior. Procure fazer estas tríades para elaborar composições, não apenas para subir e descer.

ARPEJO III: Arpejo em Am. ( A, C, E - T, 3ª, 5ª). Lembrando que para um arpejo menor é colocada a terça menor, para um arpejo maior colocamos terça maior.

ARPEJO IV: Execute esse arpejo com a mesma digitação partindo depois do que está escrito de A# ( 6ª casa da 6ª corda ), C# (9ª casa da 6ª corda) E ( 12ª casa da 6ª corda). Esse é um arpejo de minha criação que possui sonoridades bastante interessantes.

Para ampliar a imagem dê enter em cima da mesma...bom estudo.

Arpeggio is the execution of the notes of a chord melodic form, ie, the notes are playedin sequence rather than simultaneously as in a chord by touching a database.Arpeggios enable the guitar player and share changes with considerable speed, andgood opening melody. For this technique it is important to consider the well sweep,because it allows a perfect execution of the arpeggio by placing a combination of melody and interesting. Study in various regions of the arm in varying scales, arpeggiosthen mix the phrases, it will make six soils very righteous and provocative, this techniqueis unique in virtuoso guitarists such as Malmsteen, Steve Vai, Paul Gilbert, Petrucci, and others.


Arpeggiator I: What makes it so interesting is the arpeggio its many forms ofapplication. I really like to use arpeggios in my compositions. Can be formed triad (T, 3rd, 5th), tetrad (T, 3rd, 5th, 7th) are still the arpeggios diminished, arpeggios, minormajor seventh arpeggios major minor seventh, they have a sound very interesting. Let'sexercise some arpeggios.


Arpeggiator II: Typical exercise sweep is in the field of harmonic D Major. Try to dothese triads to elaborate compositions, not just up and down.


III Arpeggiator: Arpeggio in Am (A, C, E - T, 3rd, 5th). Recalling that for a minorarpeggio is placed the minor to a major arpeggio major third place.


Arpeggiator IV: Run this arpeggio with the same fingering departing after what is writtenA # (6 th house from the 6th string) C # (9th house of 6th string) E (12 th house from the6th string). This is an arpeggio of my own creation that sounds very interesting.

To enlarge the image hit enter upon the same ... good study.

segunda-feira, abril 11, 2011

LICKS


Aí pessoal, estamos aqui mais uma vez para uma coluna de guitar. Desta feita vou falar sobre licks ( não,não é nenhuma marca de bolachas recheadas,mas sim uma técnica de guitarra,hehehe...) Começando pelo String Skkiping , que consiste no salto de cordas para um solo,técnica muito usada por Paul Gilbert,entre outros. O salto de corda cria uma excelente receita melódica sobre o som de seu solo,pois suaviza as frases, deixando um contorno bem delineado sobre graves e agudos no solo. Particularmente gosto muito desse efeito sobre uma frase,soa interessante.Treine devagar aumentando aos poucos o tempo,sempre com a utilização se um metrônomo,melhor amigo de um guitarrista. Em seguida coloquei lick de grande guitarristas, terminando com um lick meu em cima de um blues em Am, onde utilizo a pentatônica de Am para o fraseado, bom estudo e up the guitar!!!

Dê enter na figura para maior visualização.

domingo, abril 10, 2011

Palhetadas




Workshop de guita com Júlio Vallim sobre palhetadas


Júlio Vallim | sacramusic.com



PALHETADA ( Técnicas )
Um dos pontos fundamentais para que se exerça um bom domínio do instrumento baseia-se na habilidade do guitarrista com a palheta, este torna-se um ponto fundamental no estudo para qualquer guitarrista, não importando o estilo que este queira seguir.

PALHETADA ALTERNADA
A técnica de palhetada parece fácil num primeiro momento, pois consiste apenas em palhetar cada nota tocada em um sentido, mas ao contrário do que possa parecer esta torna-se característica fundamental no bom guitarrista, seja para tocar bases ou mais importante ainda no solo. A seguir vão alguns exercícios que se bem treinados darão ao guitarrista um bom domínio sobre esta técnica.
I
|-----------------------------------|------------------------------1-2-3-4------|
|-----------------------------------|-----------------2--3--4--5----------------|
|-----------------------------------|------2-3-4-5------------------------------|
|-----------------------------3--4-5-6------------------------------------------|
|------------------4-5-6-7---------|--------------------------------------------|
|--------5-6-7-8--------------------|-------------------------------------------|

cada nota será executada com palheta alternada, começando com a palhetada para baixo. Pode ser treinado em movimentos de subida e descida.
II III IV
|-----------------12----------|--------------12-----12-----------|--------------12-14-15-14-12-------------------|
|---12--13--15-----15-13--|---12-13-15-----15-----15-13- |--12-13-15----------------------15-13----------|
|--.-------------------------.-|--.-------------------------------.- |-.-----------------------------------------------.--|
|--.-------------------------.-|--.-------------------------------.--|-.-----------------------------------------------.--|
|------------------------------|------------------------------------|----------------------------------------------------|
|------------------------------|------------------------------------|----------------------------------------------------|

Observe os ritornellos, sinais de repetição, quando não está explícito o número de vezes que se deve repetir o compasso toca-se duas vezes. Como trata-se de um exercício deve se repetir várias vezes. Após unir os compassos tocando apenas uma vez cada.

V 4X 4X ^ - palhetada para baixo.
|--^---^-----5^------^--|-^--5-|------|--------5--------------5----------|
|--5-6-8----8-6---|---5-7-8----8-7---|--5-6-8---8-6-5-7-8----8-7-----|
|-------------------|---------------------|-----------------------------------|
|-.---------------. -|-.----------------.--|-.-----------------------------.----|
|-.---------------.--| .----------------.--|-.-----------------------------.----|
|-------------------|---------------------|-----------------------------------|

Observe os dedos em pé, atingindo a cabeça do dedo na casa do braço.
Sempre palhetando cada nota em um sentido.

SWEEP ( Aproveitamento de palheta )
A técnica do sweep, ou aproveitamento de palheta, consiste de aproveitar o sentido das notas executadas para que se possa atingir um efeito de maior velocidade em frases. Também nos arpejos ( assunto tratado mais a frente ) para que se possa tirar um efeito sonoro bastante melódico.

^ - palhetada para baixo.
I ^
|-------------------------------------^----5-7------------------------------------------|
|-----------------------------^------5-6-8-------8-6-5--------------------------------|
|----------------------^-----4-5-7-----------------------7-5-4------------------------|
|--------------^------3-5-7--------------------------------------7-5-3----------------|
|-----^---^---3-5-7----------------------------------------------------7-5-3---------|
|----3-5-7---------------------------------------------------------------------7-5-3--|
A s notas da volta devem ser palhetadas com aproveitamento em sentido contrário.

II ^ ^
|---------^-5----------^-7-------|---12--------------15--------|
|----^---6---------^--8----------|--------13-------------14----|
|-.---5-------------7---------.----|------------12------------15|
|-.----------------------------.----|-------------------------------|
|-----------------------------------|------------------------------|
|-----------------------------------|------------------------------|

III ^
|-----------------^--12--15--12-------------------------| ARPEJO C
|-------------^-13-----------------13--------------------|
|---------^-12-------------------------12----------------|
|----^--14---------------------------------14------------|
|---15------------------------------------------15--------|
|-----------------------------------------------------------|



IV ^
|------------------^--5-8-5---------------------------------|
|---------------^--5----------5------------------------------|
|------------^--5----------------5---------------------------| ARPEJO NA ESCALA PENTATÔNICA Am
|----------^-7----------------------7------------------------|
|------^--7---------------------------7----------------------|
|---5-8----------------------------------8-------------------|

V ^
|----------------------^--8-12-8---------------------------------|
|---------------^-----10----------10-----------------------------|
|------------^-5-/-9-------------------9-/-5---------------------| ARPEJO Am
|---------^-7----------------------------------7------------------|
|-----^--7----------------------------------------7---------------|
|--5-8-----------------------------------------------8-5----------|





Júlio Vallim é guitarrista endosser dos pedais ACR, colunista de sites musicais e ministra workshops de guitarra,
Contatos:
msn : val_821@hotmail.com
e-mail: juliovallim@gmail.com