sexta-feira, fevereiro 05, 2010

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Master Class - Palhetada.

Clique nas imagens para ampliar,bom estudo pessoal...


terça-feira, fevereiro 02, 2010

VOLTANDO

...ESTAVA AUSENTE DO BLOG,MAS AGORA REINICIO AS ATIVIDADES

Campo Harmônico- uma geral.

Sem duvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. A principio olhando a tabela tudo é meio confuso, mas é muito mais simples do que parece. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.

O campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma sequência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos sequências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma sequência de acordes que se combinam, existe portanto uma sequência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em sequência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :

Cm/Dm/Em/Fm/Gm/Am/Bm, isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma sequência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo.

A primeira coisa a ser feita é entender o campo harmônico natural, o campo da escala musical, onde você não encontra sustenidos, seria a "mãe" dos campos. Cada grau será também de uma escala, sendo o primeiro grau, da escala jônio, e os outros na seqüência das escalas, segundo grau, dórico, terceiro grau, frigio e assim por diante.

Na seção das escalas você percebeu, quê as escalas estão escritas na posição original delas ou seja, todas as notas das escalas são naturais, nenhuma têm sustenido ou bemol, vejamos lá em que nota começa a escala jônio?

Nota C.é claro, a escala musical começa com a nota C.

Agora temos que entender a relação que existe entre escalas e acordes, veja a escala jônio, tente em cima da escala, que começa em C, montar um acorde de CM e depois um de Cm, veja em qual desses dois acordes você consegue encaixar na escala, é só pensar, nós estamos vendo o campo harmônico natural sem sustenidos, então veja qual desses dois acordes não têm sustenido! É O CM!

Esse é o principio do campo harmônico, é você associar a escala ao acorde, veja no campo harmônico a seqüência de acordes do campo natural,já com os acordes associados.

CM/Dm/Em/FM/GM/Am/Bo

Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servira de base para criarmos os outros. Para a compreensão de escalas e campo harmônico consulte a seção de escalas e campo harmônico. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.

primeiro grau será sempre maior

segundo grau será sempre menor

terceiro grau será sempre menor

quarto grau será sempre maior

quinto grau será sempre maior

sexto grau será sempre menor

e o sétimo grau será sempre meio diminuto ou quinta aumentada

Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto.
A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!

Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos

B/C/D/E/F

1/2/3/4/5

1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde!

Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter! Agora como faremos para entender e criar os outros campos?muito fácil!!

O primeiro que fizemos vai servir de base para nós! Uma coisa já esta definida, que são as funções dos graus maior/menor/menor/maior/maior/menor/meio diminuto, agora mais uma regrinha irá aparecer, é ver quantos tons vamos andar de um grau para o outro,veja abaixo:

PRIMEIRO PARA O SEGUNDO 1 TON

SEGUNDO PARA TERÇEIRO 1 TON

TERÇEIRO PARA QUARTO ½ TON

QUARTO PARA QUINTO 1 TON

QUINTO PARA SEXTO 1 TON

SEXTO PARA SÉTIMO 1 TON

NOTE QUE NO CAMPO HARMÔNICO NATURAL ESSA REGRA SE APLICA!

Pronto é só seguir esse raciocínio que não têm erro! Vamos pegar um exemplo Vamos criar o campo harmônico de G

PRIMEIRO GRAU MAIOR GM
DO PRIMEIRO PARA O SEGUNDO GRAU ANDE 1 TON
SEGUNDO GRAU É MENOR: Am
SEGUNDO PARA O TERCEIRO GRAU ANDE 1 TON
TERÇEIRO GRAU MENOR: Bm
TERCEIRO PARA QUARTO GRAU ANDE ½ TON
QUARTO GRAU MAIOR: CM
QUARTO PARA QUINTO GRAU ANDE 1 TON
QUINTO GRAU MAIOR: DM
QUINTO PARA SEXTO GRAU ANDE 1 TON
SEXTO GRAU MENOR: Em
SEXTO PARA SETIMO GRAU ANDE 1 TON
SÉTIMO GRAU MEIO DIMINUTO OU 5+: F#o ou 5+

É pura matematica, é só seguir a regra que não têm o que errar, você tem 12 campos para criar, porque existem na verdade 12 notas .E O CAMPO HARMÔNICO NATURAL É O ÚNICO QUE NÃO TÊM SUSTENIDO OU BEMOL!!!

Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matematica, 2 casos comuns é em uma determinada musica, ela se progredir para o campo harmônico relativo, por exemplo vejamos qual seria o campo harmônico relativo de C, É SO VÊR QUAL É A QUINTA DE C

Campo harmônico relativo de C é o de G,então determinada musica esta se desenvolvendo no de C e repentinamente vai para o de G, SOA MUITO BEM! Outra opção e fazer uma base por exemplo

Am/FM/GM e andar essa mesma base 1 ton para frente ficaria então Bm/GM/AM outro efeito bem legal.Então o campo harmônico alem de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar,já lhe da opções de acordes e facilita e muito para tirar musicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tira-lo, sabendo onde estão as escalas.

Agora não esqueça de consultar a seção escalas e campo harmônico! E lembre-se que, o sétimo grau sempre você terá que usar o acorde ou de 5+ ou meio diminuto!em qualquer campo harmônico!

quinta-feira, outubro 29, 2009

Dica de filme aos amantes da Guitarra - Tenacious D - A palheta do destino.




Não espere ver técnica ou algum assunto sério relacionado à guitarra, mas vale ser conferido.

Na ensolarada Venice Beach, Califórnia, a história do rock começa a mudar para sempre quando um jovem e inexperiente fã chamado JB (Jack Black, de "King Kong") conhece um sujeito preguiçoso de nome KG (Kyle Gass). Os dois se tornam amigos quase instantaneamente e juntos formam o seu próprio grupo, o Tenacious D. apesar de ter apenas dois integrantes, o título de "maior banda de rock do mundo" se torna a sua maior obsessão. E para transformar o seu sonho em realidade, eles precisam obter o item supremo: uma palheta de guitarra mágica que é mantida em segurança num imponente museu do rock & roll.As músicas são bem engraçadas, imaginem uma canção a Dio aonde o cantor pergunta ao mestre o que fazer? hehehheh.......confira.


Abaixo linck para download do filme.



sábado, outubro 17, 2009

Lick's






Aí pessoal, estamos aqui mais uma vez para uma coluna de guitar. Desta feita vou falar sobre licks ( não,não é nenhuma marca de bolachas recheadas,mas sim uma técnica de guitarra,hehehe...) Começando pelo String Skiping , que consiste no salto de cordas para um solo,técnica muito usada por Paul Gilbert,entre outros.
O salto de corda cria uma excelente receita melódica sobre o som de seu solo,pois suaviza as frases, deixando um contorno bem delineado sobre graves e agudos no solo. Particularmente gosto muito desse efeito sobre uma frase,soa interessante.Treine devagar aumentando aos poucos o tempo,sempre com a utilização se um metrônomo,melhor amigo de um guitarrista.
Em seguida coloquei lick de grande guitarristas, terminando com um lick meu em cima de um blues em Am, onde utilizo a pentatônica de Am para o fraseado, bom estudo e up the guitar!!!

quarta-feira, outubro 14, 2009

Exercício para BEND:






O que é um bend? Se você não sabe, com certeza já ouviu falar. Bend é uma técnica no qual você levanta ou abaixa a corda do instrumento para chegar em outra nota. Quando curvamos a corda, a nota que era tocada tem sua afinação mudada, elevada a uma nota mais aguda. Você pode tocar bends de ¼, ½, 1, 1 ½, 2 tons, o quando você e principalmente suas cordas agüentarem. Essa técnica é muito usada na guitarra moderna, pois dá ao guitarrista um caminho adicional para expressar suas idéias. Sem a habilidade para conseguir essa textura mais ligada do bend, nosso instrumento passa a reagir de forma mais estática, como se fosse um piano. Por isso existe no meio da guitarra, a expressão solo "pianístico", ou seja o guitarrista tocou o solo sem tocar uma técnica que diferencie instrumentos de corda com os de tecla, ele só tocou as notas sem utilizar bend, tapping, hammer-on, pull-offs, alavancadas, etc.
Para um bom bend, é necessário três coisas: limpeza, afinação e segurança. Afinação para que a nota que você chegara utilizando o bend afine com o acorde tocado na harmonia. Os grandes mestres dessa técnica são conhecidos por sua afinação precisa independente de velocidade ou região do braço da guitarra, mas isso leva um pouco de tempo para seu ouvido começar a perceber quando está desafinado e quando não. Limpeza para que você não toque outras cordas ao tocar um bend, isso faz com que a nota desejada fique sem definição. Segurança, pode se dizer que afinação e limpeza estão diretamente ligados à segurança que você tem ao dar um bend. Um bend tímido geralmente desafina e sai meio sujo, então, agarre as cordas e levante com toda certeza do mundo. Em sua execução são importantes alguns conceitos básicos. Primeiro, para executar um bend, é necessário colocarmos o polegar em cima do braço, nos ajudando a fazer uma alavanca para levantar a corda. Dependendo do dedo com que você fará o bend sua forma de fazê-lo será diferente. Sempre costumamos "ajudar" o dedo que está levantando a nota com os demais atrás, por exemplo, se estamos levantando a corda com o dedo três, devemos colocar o dedo dois e o dedo um, cada um em uma casa anterior a casa onde foi executado o bend. Com o dedo quatro, atrás teremos dedo três, dois e 1. Com o dois, o dedo um. É comum também deixar o dedo 1 levantado verticalmente as cordas, isso ajuda na limpeza, abafando as cordas indesejadas ou então se você tiver uma "mãozona", pode abafar as cordas com o polegar por cima do braço, ou abafar com a mão direita o que lhe dá mais liberdade com a mão esquerda. Para fazer um bend com o dedo um, é necessário abusar ainda mais do polegar em cima do braço do instrumento, porque ele vai dar o apoio necessário para você executar o bend.
Principais tipos de Bend
Bend - O bend simples consiste em levantar ou abaixar a corda partindo de uma nota para atingir o som de outra. Bend - Release - É o tipo de bend no qual após a chegada na nota desejada você volta à nota de origem. Pré-Bend - Também conhecido como Reverse Bend, consiste em puxar a corda e só depois palhetar, dando a impressão de um bend ao contrário, como se ele fosse do agudo para o grave. É importante o domínio dos bends básicos para utilizarmos o Pré-Bend, porque você antes de tocar já tem que saber o quanto vai levantar. Bend em Uníssono - Esse é um tipo de bend muito usado. Consiste em dar o bend junto com outra nota em uma corda diferente e afinar o bend de acordo com a nota mais aguda, até chegar na igualdade dos sons, uníssono. Bend Duplo - O bend duplo dá uma temperada em qualquer solo, fazendo com que o mesmo fique com uma pegada "animal". Consiste em esticar duas cordas ao mesmo tempo.

Bom estudo aí pessoal.

sexta-feira, outubro 09, 2009

Campo Harmônico menor:

E ai galera ... Continuando o assunto do mês passado, agora iremos analisar o campo harmônico menor. Para formarmos o campo harmônico menor, seguiremos os mesmos passos que fizemos na aula passada. Para isto deveremos então utilizar a escala menor que é formada por T - 2 - b3 - 4 - 5 - b6 - b7, ou seja, T - ST - T - T - ST - T - T.Como exemplo iremos utilizar a escala de Am, que é formada por: A B C D E F G.Agora separando as tríades, temos:A C EB D FC E GD F AE G B F A CG B D Com isso podemos achar os graus correspondentes do campo harmônico: I - A C EII - B D FIII - C E GIV - D F AV - E G B VI - F A CVII - G B D Analisando as tríades, teremos os seguintes acordes: Am Bm/b5 C Dm Em F G Então chegamos à seguinte dedução: Im - IIm/b5 - III - IVm - Vm - VI - VIIEsta aula deve ter sido mais fácil de acompanhar, pois é o mesmo método que utilizamos na anterior. Isso ocorre com todos os campo harmônicos que queremos achar. Só dando uma revisada:1 - Escolher a escala correspondente ao campo harmônico que iremos achar2 - Achar as tríades correspondente a cada nota da escala3 - Achar o padrão formado pelos graus do campo harmônico. Exercícios I - Desenvolva os campos harmônicos de: a) Gmb) Cm c) Em

terça-feira, outubro 06, 2009

Intervalos

Chamamos de intervalo o espaço existente entre dois sons, isto é, a diferença entre eles, que se dá através da altura. O intervalo serve para podermos determinar as relações entre os sons. A unidade de medida dos intervalos é o TOM, sendo o menor intervalo do sistema musical chamado de SEMITOM. Veja a partir da escala diatônica, ou escala de DÓ maior, como funcionam os intervalos.

Graus I II III IV V VI VII VIII

DÓ RÉ MI FÁ SOL LÁ SI DÓ


As notas da escala, cada uma, está em um grau diferente. O primeiro grau será aquele da nota escolhida, no exemplo é dó porque foi escolhida a escala de dó.


CLASSIFICAÇÃO DOS INTERVALOS


Os intervalos estão classificados da seguinte maneira:

intervalos de 2a. , 3a. 6a. e 7a. - maior, menor, aumentado ou diminuto.
Intervalos de 4a. , 5a, e 8a. - justo, aumentado ou diminuto.

Os intervalos são classificados de acordo com o número de tons e semitons que são formados.

QUADRO DE INTERVALOS

Intevalo de 2a.

2a. maior ( 1 tom ) - Dó e Ré
2a. menor ( 1 semitom ) - Dó e Réb
2a. aumentada ( 1 tom e 1 semitom ) - Dó e Ré#
2a. diminuta ( 1 tom ) - Dó e Rébb


Intervalo de 3a.

3a. maior ( 2 tons ) - Dó e Mi
3a. menor ( 1 tom e 1 semitom ) - Dó e Mib
3a. aumentada ( 2 tons e 1 semitom ) - Dó e Mi#
3a. diminuta ( 1 tom ) - Dó e Mibb


Intervalos de 4a.


4a. justa ( 2 tons e 1 semitom ) - Dó e Fá
4a. aumentada ( 3 tons ) - Dó e Fá#
4a. diminuta ( 2 tons ) - Dó e Fáb


Intervalos de 5a.

5a. justa ( 3 tons e 1 semitom ) - Dó e Sol
5a. aumentada ( 4 tons ) - Dó e Sol#
5a. diminuta ( 3 tons ) - Dó e Solb


Intervalos de 6a.

6a. maior ( 4 tons e 1 semitom ) - Dó e Lá
6a. menor ( 4 tons ) - Dó e Láb
6a. aumentada ( 5 tons ) - Dó e Lá#
6a. diminuta ( 3 tons e 1 semitom ) - Dó e Lább


Intervalos de 7a.

7a. maior ( 5 tons e 1 semitom ) - Dó e Sí
7a. menor ( 5 tons ) - Dó e Síb
7a. aumentada ( 6 tons ) - Dó e Si#
7a. diminuta ( 4 tons e 1 semitom ) - Dó e Sibb


Intervalos de 8a.

8a. justa ( 6 tons ) - Dó e Dó
8a. aumentada ( 6 tons e 1 semitom ) - Dó e Dó#
8a. diminuta ( 5 tons e 1 semitom ) - Dó e Dób

Os intervalos podem ser classificados também quanto à sua textura como simples e compostos.

Intervalos Simples: são os intervalos que estão dentro de uma oitava.
Intervalos Compostos: são os intervalos que passam do quadro de uma oitava.
Quanto à sua execução os intervalos podem ser considerados melódicos ou harmônicos.

Intervalos Melódicos: quando as notas estão dispostas sucessivamente( Solos ou Dedilhados ).

Intervalos Harmônicos: quando as notas são tocadas simultaneamente ( Bases ).